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30 de janeiro de 2011

Vida II

Sem gosto
e com desgosto,
é que vou criando meu sabor.

26 de janeiro de 2011

Considerações sobre o medo

As pessoas dizem por aí que têm medo de muitas coisas e tal. As mulheres não podem ver um rato ou uma barata que já saem correndo para subir em qualquer lugar que vêem pela ficar gritando até uma pessoa passar para salvá-la. Outras pessoas têm medo de umas merdas aí que não vou perder nem meu tempo citando aqui. O medo está inserido na pessoa humana de qualquer forma. Nós não podemos escapara dele. Um dos medos que me interessam é a morte. O medo que quase todas as pessoas possuem. Mas esse não é u medo que predomina em minha vida. Eu não apresento esse medo absurdo que as pessoas têm da morte e de morrer. Isso e do natural de casa um e nós não podemos evitar isso. Mas deixemos os caras com seu medo da morte aí, né? Mas o que diabos eu tenho medo? O que me faz realmente ter medo? Rapaz é complicado. Difícil falar isso, né? As pessoas podem usar isso contra ti. Todavia deixemos de onda e continuemos o texto. Eu tenho medo de umas coisas aí, porém o que me dá mais medo são meus sentimentos. Esses filhos da puta me dão medo. Um tal de amor, gostar, apaixonar e outros verbos. Tenho medo de amar uma pessoa. Tenho medo de gostar de uma pessoa. E o que me dá mais medo: tenho medo de me apaixonar por uma pessoa. E por que isso, velho? Não sei, bicho. Nem eu mesmo sei. Sei lá. Tenho medo de me entregar, saca? E no final não tem aquela reciprocidade das coisas, entende? Aí as coisas não ficam legais. Porém isso são coisas da vida, né? Coisas que acontecem com qualquer um e tal e por isso “não devemos nos importar com isso”. Todavia, isso me dá medo. Muito medo, bicho. Não sou um coração de pedra que uns falam por aí não. Eu tenho sentimento e eles me dão medo. Então... falou.