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3 de fevereiro de 2011

Desabafo

Desabafo. Como é bom desabafar, né? É bom tu contar coisas que tu está sentido ou que necessite que conte a outra pessoa. Falar é bom e necessário! Mas que tipo de desabafo eu estou falando? Existe tipo de desabafo? Nem eu mesmo sei ô, cara. Espera aí. Vou procurar e ver ali num dicionário. Olha o que achei (achei vários significados, mas citarei aqui o/os que me interessa/am): “expressar o que senti ou pensa; desafogar (-se)”. Acho que é isso que eu entendo por desabafo mesmo; contar para alguém o que eu estou sentindo; estou pensando e por aí vai. Meu primo um dia desses falou que se a mãe dele, minha tia, não tivesse alguém para poder desabafar, ele, ela ficaria doida; louca. Não sei se isso aconteceria comigo, porque logo já sou doido e maluco. No entanto acredito que isso iria afetar muito a minha personalidade. Mais do que ela já está afetada. Eu tenho um problema: sou tímido. E para as pessoas tímidas não é nada legal e fácil desabafar com alguém. Ainda bem que existe essa porra de internet. Posso conversar com uma pessoa por MSN, e não “cara a cara”, e assim posso falar coisas que quiçá não falaria pessoalmente. Ah, mas não é qualquer um não, ô. Também não vou sair contando da minha vida ou o que estou pensando ou sentido para qualquer um ou uma. Tenho que confiar na pessoa e creio que isso seja normal de qualquer pessoa. Tenho amigos e amigas. Todavia essa dos desabafos, e principalmente os sentimentais, ficam somente e só com as amigas. As mulheres sacam melhor dessas coisas e também dão ótimos conselhos. Aprendo muito com as gurias. No entanto, não é qualquer uma que vai me entender e também não é para qualquer uma que vou sair contando o que se passa. Desabafo-me, lato senso, somente com duas gurias. Débora e Thais. Meninas que nem as conheci pessoalmente, mas vou conhecer talvez em Abril. Elas me entendem e às vezes eu as entendo. Existe uma troca entre a gente, saca? Elas me escutam elas e elas me escutam. Não sei se elas contam tudo a mim, mas sei que conto tudo a elas. As gurias já ganharam minha confiança e espero que elas não a percam. Preciso disso. Preciso falar. Preciso contar o que estou sentindo. Esse texto também serve para isso; serve para desabafar. Os textos, os poema, as paredes do meu quarto. Qualquer forma de expressão. É bom falar e ser ouvido.

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