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13 de novembro de 2011

poema infame

Na madrugada infame que me consome
Eu sigo em frente, sempre em frente
Esses conselhos que não se dá a ninguém
Escutando um forró arretado que não sei de onde vem
Junto com o gosto da cerveja que bebi
O sono não há de chegar.
Só pensamentos
Pensamentos infames que nem essa madrugada aguenta
Pensando no sexo gostoso que podia está fazendo agora
Metendo forte em qualquer menina, a primeira puta que passasse em minha frente
Batendo com força na sua bunda, lhe chamando de vadia, gostosa, safada
E caso ela gostasse gozando em sua boca.
Ah, que gozada maravilhosa
O orgasmo que tive com ela que não sei quem é
Mas o dela sempre é melhor que o meu
Mulher demorar gozar, mas quando goza, goza bem gozado
Algumas tremem até as pernas de intenso prazer.

Que mente pervertida essa a minha
Mas é assim que eu a quero
Perverter o mundo
Sexualizar tudo
Pois eu você nós eles e tudo mundo gosta, goza, chora, treme, fode, fodeu.

Não vamos bancar a hipocrisia que esse maldito mundo quer nós passar
Pois isso não irá adiantar de nada
Pois quando você estiver entre quatros paredes vai quere ser dominado ou dominar
Então faça, força, fuce, goze, meta, sinta
Sinta essas palavras que estão queimando sua mente
Queimando, queimando, queimado
Queime tudo
Até esse poema quando chegar ao seu final.

Teresina, 13 de novembro de 2011.

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