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18 de março de 2012

Querido diário...

Essa vida de uma pessoa em relacionamento sério é muito complicada. Não sei o que faço com esse meu namorado. No inicio do nosso relacionamento as coisas eram boas demais, mas quando o tempo vai passando parece que as coisas vão esfriando.

Eu, particularmente, tenho muitas coisas a reclamar do meu namorado, no entanto o que mais está me incomodando no momento são as nossas relações sexuais. Eu não sou ninfomaníaca, mas gosto de sexo. Nem me acho tarada. Faço de tudo para que as coisas, em sentido amplo, não caiam na monotonia.
Eu quero entender que o problema não é comigo. Não é. Ou é? É não! É com ele! Eu sei que é com ele! Qual o homem que não gosta de sexo? Vamos excluir dessa minha conta aqueles que se dedicam a vida religiosa. Será que eles também não gostam de dá umazinha? Todos gostam!

O problema do meu namorado é que ele não agüenta o meu ritmo. Só pode. A única explicação que consigo imaginar é isso. Não é querendo me gabar, mas já fazendo isso, eu sou uma mulher atraente, provocante, que se veste bem, que anda cheirosinha, e que sabe ser danadinha quando está entre quatro paredes com um homem! 

Eu sou do tipo de menina que pensa em sexo quase toda hora (às vezes me martirizo por causa disso), logo se eu tenho um namorado ele tem que me satisfazer sexualmente, né? Qual homem não gostaria de receber um boquete da sua querida namorada? O meu! Eu sei, eu sei. Ele é viado! A explicação mais cabível é essa. Mas qual é a desculpa dele:

– Amor, você só pensa em sexo! Você me quer só para fazer sexo, é? Cadê seus sentimentos por mim? Cadê sua afetividade?

Não sei o que é que eu faço com esse meu namorado. Quando falo isso para minhas amigas elas pergunta se fui eu quem disse isso. Eu digo que foi meu namorado, aí elas comentam que nós trocamos os papeis: eu sou o homem e ele é a mulher da relação. 

Eu não tenho dificuldades para gozar, mas minhas duas últimas relações com meu namorado não me satisfizeram. Ele não conseguiu me deixar com as pernas tremendo. Eu fiquei muito puta, com vontade de chorar e até mesmo arrancar meus cabelos. Vocês não sabem o quanto é ruim uma mulher ficar sem gozar. Justo eu. Por que eu? Eu que gosto tanto de uma penetração, de um sexo bem selvagem, isso acontece comigo! Não gozar não é coisa de Deus! Será que vou ser obrigada a me satisfazer, sexualmente falando, com os meus dedinhos? Eu não! Vou estragar minhas unhas que acabei de fazer! Se meu namorado não está dando conta do recado, tenho que dá suas contas e voltar a minha vida de solteira. Ah, como é bom! Tenho muitos paus amigos e eles sabem me fazer gozar sem problemas.

Mudando de pau pra cachorro... eu estou de olho mesmo é um carinha lá da Universidade. Aquele ali sim sabe fazer o negócio. Só fiquei com ele algumas vezes, mas de já deu para perceber que ele é bem libidinoso em relação ao que eu gosto. Fiquei com ele uma vez na frente do Cine Teatro da Universidade e eu estava com um vestido bem provocante. Peguei-o emprestado com a minha prima especialmente para isso! Fui com a minha calcinha de renda bem vermelhinha. Vocês sabem o que o safado fez comigo? O infeliz tentou tirar minha calcinha lá mesmo e levar de recordação para ele. Na mesma hora eu disse pra ele:

–Deixa de ser louco, menino! Eu estou ficando contigo pela primeira vez e tu já quer me comer bem aqui?

–E o que é que tem? Você não quer não?

–Querer eu quero, no entanto esse não é um lugar adequado para fazer isso. Tu não estás vendo os seguranças bem aí na frente do banco não?

– Estou vendo sim! Então vamos bem ali para perto do Noé Mendes que não tem ninguém lá e ficaremos fora do alcance da vista dos seguranças do banco e até mesmo dos seguranças da Universidade.

Quando chegamos lá é que o bicho começou a pegar! Ele meteu a mão dele aonde ele queria e não podia. E eu adorando.

–Tu vai me deixar louca! Não faz aquilo que tu não vai poder terminar, menino!
–Não vou poder terminar, é? Só se você não quiser. Estou preparado para tudo. Tenho uma camisinha bem aqui na minha mochila. Vamos fazer uma festinha bem aqui? Vamos?

–Se você está preparado, então vamos!

O menino não deixou nem eu terminar de falar e foi logo me dando um beijo daqueles que você sente vontade de dizer: “me come logo, porra!”. Ele baixou a parte de cima do meu vestido e tirou meu sutiã com uma velocidade sem igual. Aí eu disse:

–Agora é a minha vez!

Se ele tinha habilidade em arrancar sutiã, em tinha uma habilidade de descer as calças dele. Desci a calça dele que até eu mesma me impressionei com minha velocidade. Fiz um boquete nesse menino que sentia muito prazer em ver ele se retorcendo. O moleque estava adorando e dava uns gemidinhos que me faziam empolgar mais ainda. A bosta é que o viadinho gozou bem na minha boca. Eu não tenho nada contra rapazes que fazem isso, mas nem sempre é bom ter porra na boca. As meninas me entendem!

Depois disso teve necessidade de pausa para que nós pudéssemos dá uma. O menino colocou logo a camisinha e começou a me comer bem ali mesmo. O bom é que estava com um vestido bem curto e minha calcinha nem sabia mais onde ela estava. Ele sentou no banco e eu comecei a fazer o serviço. Às vezes eu gosto de dominar, no entanto pedia a ele que me comece por trás. Fiquei de 4 no banco e ele começou enfiar bem forte! Eu delirei de prazer. Nesse exato momento lembrei-me da vez que transei com meu namorado dentro do carro. Uma vez que eu fiquei de 4 no banco traseiro e ele de fora do carro. Não pensei duas vezes e disse pra ele:

–Me bate, safado! Vai! Mete com força! Me mata de prazer!

–Agora mesmo, safada! Pega! Tá gostando! Ah, que buceta gostosa!

– Vai! Mete! Mais! Mais! Mais!

Esse escroto sabia transar como um touro. Mas tudo que é bom dura pouco. Ele infeliz gozou, mas ainda bem que na hora que ele estava preste a gozar eu também comecei a tremer minhas pernas e o leitinho veio escorrendo pelas minhas pernas.

– Vai! Chupa minha boceta! Prova do meu leitinho, cachorro!

Ele infeliz me chupou desgraçadamente. O infame sabia fazer sexo oral como ninguém. Nem sei o que foi melhor: ele ter me penetrado ou me chupado!
Por desgraça do destino ouvimos um barulho e me recompus ligeiramente. Aí veio um segurança até nós e perguntou:

–O que vocês estão fazendo aí, em?

–Estamos namorando! Ta vendo não?

Depois dessa minha resposta curta e grossa o segurança nos deixou em paz. E como eu já tinha conseguido o que estava desejando pedi a ele que fossemos embora. Seguimos até a parada de ônibus, e ele pegou o dele e eu fiquei esperando meu ônibus que estava mais lotado que letã de sardinha. Mas não tinha nada. Eu estava feliz demais e nem mesmo esse ônibus lotado com muitas pessoas fedorentas poderia estragar minha noite.

Deixa-me ir ali ao banheiro! Já estou toda molhadinha. Depois volto para o meu querido diário!

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